MPF inicia elaboração de Plano Diretor de Saúde

O diagnóstico para construção conjunta do Plano Diretor de Saúde do MPF para o período de 2016 a 2020 começou a ser feito nesta terça-feira, 23 de agosto, durante a 1ª oficina, coordenada pela Assessoria de Modernização e Gestão Estratégica (Amge). O encontro contou com a participação de representantes das secretarias de Serviços Integrados de Saúde (SSI-Saúde), do Programa de Saúde e Assistência Social (Seplan), de Gestão de Pessoas (SGP) e de Educação e Desenvolvimento Profissional (Sedep).

Mas o que é o plano diretor? É o instrumento de planejamento tático de uma organização, que estabelece objetivos, indicadores, metas e ações a serem executadas. “Ficamos muito felizes de receber a provocação da SSI-Saúde – que colocou esse desejo de ter um instrumento de planejamento próprio, mais abrangente que o Painel de Contribuição atualmente utilizado nas secretarias nacionais”, afirmou o assessor-chefe da Amge, Cristiano Heckert.

Ele acredita que a ferramenta irá atender ao desejo da área, uma vez que será um instrumento alinhado ao Plano Estratégico Institucional, porém deixará de forma mais explícita o que o serviço de saúde do MPF se propõe a fazer nos próximos anos e como ele contribuirá para o avanço da instituição.

Para o desenvolvimento das etapas de disgnóstico e planejamento, a equipe participará de cinco oficinas, de agosto a novembro, para fazer o levantamento da estrutura organizacional, análise ambiental por meio da matriz SWOT, inventário de necessidades, revisão dos macroprocessos, definição de indicadores e metas, portfólio de ações, previsão orçamentária e gestão de riscos. A entrega da minuta do Plano Diretor está prevista para novembro e sua publicação após a apreciação pelo Subcomitê Estratégico de Gestão de Pessoas.

Por ser um serviço nacional de saúde, o assessor-chefe da Amge, Cristiano Heckert, enfatizou a importância de envolver os colegas que não estão na PGR nessa construção. Orientação também destacada pelo secretário da SSI-Saúde, Adérito Cruz: “a ideia é que os representantes das áreas discutam, envolvam as suas equipes, porque um plano diretor como esse só funciona se a construção for coletiva. Se a construção for de gabinete, isso não vai dar certo”, ressaltou.

O secretário fez um histórico do planejamento da área, lembrando que ele tem mudado ao longo dos anos. “O objetivo é que a atuação da SSI-Saúde seja nacional, não só nos lugares onde há serviço médico, mas que a gente consiga chegar, se não em todos, em boa parte dos serviços em todo o Brasil. E com isso,  precisamos planejar não só o que faremos em prazo curto e médio, mas também a longo prazo. Onde queremos chegar em 2020? E, em 2020, como queremos influenciar o planejamento para o próximo ciclo, de 2021 em seguida?”, explicou.

Segundo Cristiano, o instrumento utilizado pelo MPF para o planejamento setorial, atualmente, é o painel de contribuição. Trata-se de instrumento bem interessante, porque é focado, bastante objetivo e visual, além de sintetizar os indicadores e as iniciativas que a área se propõe a fazer num horizonte de dois anos. “Mas algumas áreas sentem a necessidade de ter o referencial estratégico próprio com o horizonte um pouco maior e um pouco mais detalhado do que aquele que a gente encontra no painel de contribuição e aí que entra a figura do plano diretor”, explicou.

Preparação – Antes desta oficina, na primeira etapa desse processo de construção coletiva, a Amge e SSI-Saúde definiram equipe de elaboração e período de abrangência, bem como elaboraram e aprovaram a proposta do plano diretor, definição do período de abrangência, elaboração e aprovação da proposta de plano.

Deixe um comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Pesquisar

+